


Herbácea · Asteraceae
Margarida
Leucanthemum × superbum
Também chamada de Chrysanthemum maximum, Leucanthemum maximum e Chrysanthemum superbum.
Clássico de raio branco e centro amarelo, evoca prados alpinos e compõe bordas perenes com elegância simples.
- Origem
- Híbrido moderno
- Ambiente
- Externo
- Época
- Primavera e verão
- Porte
- 40 cm a 90 cm
Entre cultivares, também aparece em amarela.
Características
Herbácea perene rizomatosa, com touceiras de folhas oblongas dentadas de verde médio e hastes erectas terminando em capítulos simples de ligulas brancas puras circundando disco amarelo-dourado. Porte médio, de aspecto campestre refinado.
Conhecida como margarida-gigante ou oxeye daisy cultivada, distingue-se das margaridas silvestres europeias pelo tamanho maior e flores mais cheias. Tornou-se elemento fixo de jardins ingleses de cottage e de arranjos campestres contemporâneos.
No Sul e Sudeste do Brasil floresce na primavera e no verão com vigor; em regiões quentes pode reduzir no auge do verão e retornar no outono. Prefere climas sem calor tropical extremo, mas tolera um ciclo anual completo com manejo adequado.
Origem
Híbrido de jardim derivado de espécies europeias, especialmente Leucanthemum lacustre e Leucanthemum vulgare, popularizado na horticultura vitoriana.
Cores disponíveis
Ligulas brancas imaculadas com disco central amarelo; raros cultivares de raio amarelo existem.
Época de floração
Principal florada entre setembro e março; remover flores murchas prolonga a exibição por semanas.
Meses mais frequentes no calendário brasileiro: setembro, outubro, novembro, dezembro, janeiro, fevereiro e março.
Iluminação
Sol da manhã a pleno sol; tolera meia-sombra com menos flores e hastes mais alongadas.
Rega
Moderada; tolera seca curta após estabelecimento, mas florescimento cai se solo secar por longos períodos.
Clima indicado
Ideal em regiões de inverno fresco; adapta-se ao subtropical sulista com irrigação no verão.
Tipo de solo
Franco, moderadamente fértil, bem drenado.
Tolera solos comuns de jardim; evite encharcamento prolongado que apodrece rizomas.
Cuidados
- Remova flores murchas para estimular nova produção e evitar autosemeadura excessiva.
- Divida touceiras a cada três anos no outono ou início da primavera.
- Instale tutor discreto em cultivares altas em áreas ventosas.
- Adube com composto orgânico anualmente na base da touceira.
- Corte folhas ao nível do solo após amarelamento no inverno para renovação.
Propagação
Divisão de touceira e Semente.
Divisão de rizomas no outono é o método mais rápido; sementes germinam em duas semanas com flores no segundo ano.
Curiosidades
- Confundida popularmente com Bellis perennis, a margarida-anã de prado europeu.
- Atrai polinizadores nativos e é excelente planta companheira em hortas.
- Ligulas brancas refletem luz ultravioleta visível a insetos, guiando visitas.
Animais domésticos
Não listada como tóxica para cães e gatos; ingestão em volume pode causar desconforto digestivo leve.



